O caderno Revista da TV do Jornal O Globo de domingo (22/04) traz uma matéria de Marília Martins, correspondente do diário em Nova York, relatando a investida dos grandes canais americanos contra o YouTube, o mais conhecido site de compartilhamento de vídeo do mundo.
Sobre a guerra de cachorros grandes, a reportagem do “o globo” traz manifestações de empreendedores declarando a morte dos tubos de TV e o fim da fronteira entre a TV e a Intenet. Ao mesmo tempo a repórter traz um pronunciamento da diretora de vídeo e multimídia do google dizendo “que estamos na idade da pedra em termos de vídeo on-line”. Seria uma contradição de idéias ou meras tentativas de acalmar os ânimos dos guerreiros?
Ao meu ver, esse anúncio de declaração de guerra parece mais descrever o início de uma batalha, entre as inúmeras que acontecerão, onde um dos oponentes avança de um campo e se posiciona em outra frente do conflito.

Logo no começo da minha carreira – há 10 anos atrás, quando a conexão à internet ainda era precedida pela sinfonia que até hoje encontramos nas ligações telefônicas atendidas por um fac simile – tive um bom intuito ao buscar conhecer as idéias de pessoas como